segunda-feira, 23 de março de 2015

O Mercado de notícias / "As novas bases da credibilidade jornalística"

"Ser jornalista no Brasil", com a pesquisadora Fernanda Lima Lopes: 
Ler:
Discussões contemporâneas sobre a obrigatoriedade do diploma (183 a 218 - especialmente as 20 últimas páginas!)

Para a aula-debate de segunda 30:

Assistir ao filme O mercado de notícias, de Jorge Furtado:

Navegar no site do projeto O mercado de notícias

Ler o texto complementar: 

As novas bases da credibilidade jornalística, por Carlos Castilho em 13/03/2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

DICAS DE BUSCA NO GOOGLE


Opções básicas
Google não diferencia letras maiúsculas, minúsculas ou acentuação. Para o programa, coração é a mesma coisa que coracao ou CoRaÇÃo.

1) Busca simples
Você pode fazer uma busca com uma ou mais palavras: quando elas são separadas por um espaço, o sistema procura uma E também a outra. Exemplo: Ayrton Senna. Como resultado, o programa vai trazer todo os sites que tenham as palavras Ayrton E Senna, mesmo se elas estiverem separadas no texto.

2) Frase exata
Colocando as duas palavras entre aspas, a busca será efetuada com todas as palavras, na ordem em que foram escritas. Exemplo: "Ayrton Senna". O resultado irá apresentar todos os sites nos quais a palavra Ayrton é obrigatoriamente seguida pela palavra Senna.

3) Excluindo uma palavra
É possível fazer isso colocando um sinal de menos (-) na frente da palavra que deseja excluir. Exemplo: "Ayrton Senna" -Prost. O resultado vai apresentar sites que tenham "Ayrton Senna", nesta ordem, e não contenham a palavra Prost.

4) Encontrando sinônimos
Coloque um sinal de til (~) na frente da palavra que deseja procurar; assim, a ferramenta exibirá seus sinônimos. Exemplo: "Ayrton Senna" ~espetacular.

Opções avançadas

1Busca no título da página
Para buscar o título da página, esse que aparece lá no topo da janela, escreva o termo intitle:, seguido da expressão que quer encontrar. Exemplo: intitle:"Ayrton Senna". O resultado irá apresentar as páginas que contenham a expressão "Ayrton Senna" no titulo, e não necessariamente no corpo da página. Use allintitle: para buscar por todas as palavras e expressões no título.

2) Procurar em um site específico
Você pode procurar dentro de um site específico, usando o termo "site:" acrescido da URL básica do site. Exemplo: "Ayrton Senna" site:globo.com <http://globo.com/> . O resultado irá apresentar todos os registros da expressão "Ayrton Senna" em todos os sites daglobo.com <http://globo.com/> .

3) Todas as palavras no texto da página

Quando você quiser garantir que todas as palavras estão no texto da página (não em links, titulo e etc), use allintext:. Exemplo: allintext: "Ayrton Senna". O resultado irá apresentar apenas sites em que a expressão "Ayrton Senna" esteja no corpo do texto.

4) Busca por intervalo entre números
Se você está procurando um produto e quer apenas os resultados de busca entre duas faixas de preço, use valor 1..valor 2Exemplo: "Câmera digital" 500..1.000. O resultado conterá sites com a expressão "câmera digital" e números inteiros entre 500 e 1.000.

5) Busca por tipos específicos de arquivos
Pode ser que alguma vez seja necessário encontrar um arquivo com uma extensão específica, como um arquivo PDF de um manual que você perdeu. Para isso, Use o termo filetype: ou ext: acrescido da extensão que você quer. Exemplo: "manual Celta" ext:PDF. O resultado irá apresentar apenas documentos PDF com o a expressão "manual Celta" em seu conteúdo.

domingo, 17 de agosto de 2014

Jornalismo sem jornalistas

post de Paulo Makita no FB
"Alberto Dines suscitou o debate "Jornalismo sem jornalistas". Esse ícone da imprensa brasileira fareja temas de repercussão. Tudo iniciou em seu Observatório da Imprensa, exibido pela TV Brasil.
O pivô da discussão é a propagação das mídias sociais (redes de blogs e microblogs). De lá para cá, as ferramentas informais só aumentam e difundem informações em ritmo acelerado, sem controle. Longe de prejudicar os meios de comunicação, as redes dão impulso e agilidade a fatos ocorridos; conteúdos quentinhos.
Os blogs são a apoteose da liberdade no terreno dos furos jornalísticos. Vale alertar: informação não é necessariamente notícia. Surge, portanto, a “discussão sobre o papel do jornalista na sociedade contemporânea”. É onde brotam várias implicações a serem desvendadas: o jornalismo pode ou não ser feito por pseudo-profissionais?
A prática jornalística em sua essência, não. A função exige embasamento teórico, faro, muita habilidade, bagagem intelectual e esforço na luta com as palavras. Essas últimas precisam ser bem colocadas. É o calo da questão.
O jornalismo está sem, ou com poucos jornalistas. Nem por isso a sociedade precisa abrir mão da contextualização dos dados, exercida pelos profissionais de imprensa. O outro lado é a proliferação de veículos de imprensa de procedência duvidosa, a exibir textos com  erros, veneno na sociedade, por expor o lado mortífero da língua.
Sem serem qualificados, os “profissionais” de alguns veículos agem por intuição, e o bom manejo com as palavras passa longe. A qualidade da notícia tem aleijões (...) e erros primários são veiculados aos montões em blogs, microblogs, sites, “revistas” e “jornais”.
Afinal, é ou não imprescindível passar pela faculdade de jornalismo? Não é demais recordar grandes nomes da imprensa que não passaram pelos bancos acadêmicos da profissão em questão: Carlos Castello Branco, Rubem Braga, Paulo Francis e outros. Até porque não havia faculdades de jornalismo. Mas todos tinham excelente bagagem intelectual.
No debate sobre a exigência do diploma para exercer a função de jornalista, dois fatos parecem pertinentes: cursar a faculdade para ter esse direito (é óbvio) ou, como em muitos países, ter um outro curso superior, experiência nas redações e fazer uma especialização na área.
Hoje qualquer cidadão se comunica por meio de redes como twitter, quepasa, facebook. Nada há de condenável. Serve para aproximar personalidades públicas, como políticos e escritores, de pessoas comuns. Na mesma linha, os professores sabem a importância desses recursos para interagir com alunos.
A prática é admissível, desde que sejam repassadas informações com coerência e ética. É preciso veicular fatos bem apurados, para não desencadear uma rede de fuxico on line, ao invés de jornalismo salutar. Isso seria o auge dos trotes coletivos de “notícias”.
O caminho mais acertado é a filtragem das informações. O conteúdo enviado por cidadãos passa a ser matéria-prima, se transformada em ingrediente essencial da imprensa por profissionais do ramo, numa espécie de parceria.
A atividade jornalística pode e deve abraçar as ferramentas virtuais. São benéficas. Assim fica democratizada a informação. Já o bom conteúdo e exercício, depende do esforço pessoal. A quem zela pela profissão, cabe ser guardião da qualidade. Inovar só é bom quando a tendência é acompanhada por grandes ideias."
publicado originalmente em 2011.

Luto na redação: checagem no Jornalismo é encontrada morta

Luto na redação: checagem no Jornalismo é encontrada morta

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Uma máquina escreveu isto

Reportagem da Galileu sobre Algoritmos. Desça até o trecho sobre jornalismo.